sexta-feira, 13 de maio de 2011

Esse você não vai querer emprestar

Um carro totalmente transparente. Sim, ele existe!

O automóvel, construído artesanalmente a partir de duas mil peças em Perspex - material semelhante ao acrílico - foi utilizado em uma campanha publicitária mundial de lubrificante para mostrar como o óleo age no interior do carro e demonstrar com clareza como o produto limpa e protege o motor.

Em parceria com a agência JWT e com a Nissan, a empresa criou uma réplica do modelo 370Z em cristal, tendo apenas as velas e os pneus feitos nos materiais tradicionais. No carro estão visíveis retrovisores, marcha, volante, portas e todos os outros componentes de um carro real.

Confira abaixo fotos do carro que exigiu 14 semanas para ficar pronto. O investimento total foi de R$ 400 mil.

Quem sabe hoje, Dia do Automóvel, você não se empolga em sair de carro transparente por aí?




quarta-feira, 11 de maio de 2011

Nem por um minuto!


Quando você está com pressa e sabe que só vai ficar alguns minutos em um certo local, para o carro na vaga de deficiente ou em lugar proibido?   

Se fosse ao contrário e alguém invadisse o seu espaço ?  

Pois é,  o problema do outro parece sempre pequeno perto dos nossos. Pensando nisso, a TheGetz fez uma ação simples e inteligente. 

Confira!
                                                                                                                                                                     
 

A iniciativa surgiu após um incidente, em março deste ano, em Curitiba, quando uma mulher estacionou seu carro em uma vaga destinada para deficientes. 

Uma cadeirante estava no local e tentou alertar a motorista. Na primeira tentativa, foi solenemente ignorada. Na segunda tentativa, a cadeirante foi agredida verbalmente pela mulher que, por pouco, não a atacou fisicamente. 

De acordo com o jornal Gazeta do Povo, o supermercado não se posicionou a respeito, nem quanto à cliente que estacionou indevidamente, nem sobre o incidente de quase violência no seu estacionamento. A Diretoria de Trânsito de Curitiba foi acionada, mas representantes do órgão só apareceram uma hora depois de todo o incidente.
 
O filme, gravado com câmeras escondidas, mostra o que acontece se uma cadeira de rodas for estacionada em uma vaga “normal” e o seu dono deixar um aviso com a desculpa de sempre: é só por um minutinho. A reação das pessoas é de curiosidade. Mas também há quem simplesmente desça do carro e ponha de lado a cadeira de rodas.

terça-feira, 10 de maio de 2011

A nova aposta de Walter Mancini

Um dos mais bem sucedidos empresários da gastronomia italiana em São Paulo, Walter Mancini aposta agora nos frutos do mar em seu novo restaurante, o Madreperola, sem, no entanto, deixar as massas de lado.  
Inaugurado no dia 1º de maio, o novo bar-restaurante da rua Avanhandava, região central da cidade, tem cerca de 40 m², conta com um ambiente interno e uma varanda e se une a outros empreendimentos do restaurateur, como a cantina Famiglia Mancini, o Walter Mancini Ristorante e a Pizzaria Famiglia Mancini.
Da cozinha saem pratos como bacalhau ao forno (R$ 29) e mariscos cozidos a vapor com vinho branco e temperos aromáticos (R$ 27), que podem acompanhar drinques criados pelo barman Derivan de Souza.
Com apenas 40 lugares, o restaurante foi todo pensado como uma cozinha de pescadores, com comidas rústicas, sem excesso de exuberância. Essa fica por conta dos próprios frutos do mar.

Madreperola - Rua Avanhandava, 22, centro. Tel. (11) 3258-4243. De segunda a quinta e domingo, funciona de 11h30 à 1h, e sexta e sábado, de 11h30 às 2h.

 
O PF da casa é bacalhau à portuguesa com arroz
Ambiente rústico
Fachada da Madreperola: a nova casa da rua Avanhadava
 

segunda-feira, 9 de maio de 2011

E se Ronald McDonald fosse o vilão?

O que seria do mundo se ele fosse todo feito de publicidade? Como seria uma trama com personagens sendo representados por ícones ou mascotes de marcas famosas?

Policiais sendo representados por pneus Michelin, bonecos Pringle's apreciando um bom café ou mesmo Ronald McDonald como protagonista da história.

Enfim, o universo das marcas é ingrediente para o curta-metragem Logorama que, com essa (não tão) simples ideia, ganhou o prêmio de  melhor curta de animação no Oscar de 2010. O filme retrata um dia comum, até que o "vilão" mais procurado dá às caras, e começa uma busca implacável, com muita ação e um final inesperado.

Uma trama envolvendo mais de 2.000 marcas conhecidas do público em geral. Aproveite e dê boas risadas!

Clique aqui para assistir ao filme completo. São apenas 15 minutos!


sexta-feira, 6 de maio de 2011

É isso mesmo que estou vendo?


Essa era a pergunta que o artista gráfico holandês M. C. Escher (1898-1972) queria que as pessoas se fizessem quando passassem em frente as suas obras. Construções impossíveis, preenchimentos regulares do plano, explorações do infinito e figuras em metamorfose fizeram o artista  ser conhecido mundialmente como o mestre da ilusão de ótica.  

Xilogravura "Oito Cabeças"
Quase 40 anos após sua morte, uma pequena amostra do mundo lúdico, de sonhos, quase inacreditável de Escher está em São Paulo, em exposição no Centro Cultural Banco do Brasil. São 94 obras, entre gravuras originais e desenhos, incluindo todos os trabalhos mais conhecidos do artista.

A nossa dica é que você reserve uma tarde toda para aproveitar bem a exposição O mundo mágico de Escher. Além das gravuras trazidas diretamente da Holanda, um vídeo de cerca de 1 hora conta a vida do artista: fala do seu casamento, do tempo que passou na Itália, dos apuros durante a Segunda Guerra Mundial, mostra as técnicas que ele utilizava e conta que só a partir dos 30 anos o artista começou a ganhar dinheiro com seu trabalho.

Xilogravura "Menor e Menor"
Entre as atrações interativas está um quebra-cabeça gigante que mostra como Escher utilizava imagens geométricas ou figurativas para criar gravuras que remetem ao infinito, como em Menor e Menor (1956), o clássico Dia e Noite (1938) e Metamorphosis II (1940).

Assim como Escher adorava brincar com a percepção imediata das pessoas, apresentando um mundo dos sonhos, onde não existem direções certas - Outro Mundo (1947) e Relatividade (1953) são exemplos -, a mostra também recria essa sensação por meio de alguns efeitos, como o de uma imagem plotada no chão que se completa no espelho curvado, numa mistura das três dimensões.

O WeGo! te dá uma pequena amostra do que você encontrará por lá. Veja, experimente, sinta o mundo mágico de Escher!

Litografia "Autorretrato no Espelho Esférico" (1950)
Litografia "Côncavo e Convexo" (1955)
Xilogravura "Dia e Noite" (1938)
Litografia "Laço de União" (1956)

Serviço: Exposição “O Mundo Mágico de Escher” - Centro Cultural Banco do Brasil (Rua Álvares Penteado, 112, Centro). Tel. (11) 3113-3651. De terça a domingo, de 9h às 20h. Até 17/7. Grátis.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Mobília Mágica?


Relógio que faz pose, mesa que faz xixi, gaveteiros que derretem, armários que explodem. Tudo é possível no reino de Judson Beaumont! Fundador da empresa canadense Straight Line Designs, o designer cria móveis completamente diferentes de tudo que você já viu.

Beaumont e sua equipe brincam com formas clássicas de móveis e colocam detalhes incríveis. Originais, as peças tem um toque divertido sem pecar no bom gosto. Sua estética inusitada, porém, não compromete sua funcionalidade, provando que a mistura entre arte e dia a dia pode dar certo.

Nascido na cidade de Saskatoon, no Canadá, Beaumont mudou-se para Vancouver para estudar artes e design. Quando se formou, em 1985, fundou o Straight Line Designs com a ideia de quebrar os paradigmas de linhas retas e formas geométricas do design moveleiro.

Cheia de curvas, a Little Black Dresser é um bom exemplo disso.  A cômoda que simula um vestido  foi  inspirada nos cartoons e ganhou destaque  em uma exposição no Aeroporto Internacional de Vancouver, no Canadá. O gaveteiro possui alças para ser pendurado como se fosse, de fato, um vestido.

Confira o trabalho incrível da Straight Line Designs:


terça-feira, 3 de maio de 2011

Obras de arte na ponta do lápis



Para muitos artistas, a criatividade está na ponta do lápis. No caso de Dalton Ghetti, brasileiro que vive em Bridgeport, nos Estados Unidos, está literalmente!


O artista trabalha há 25 anos com um lâmina de barbear, uma agulha de costura e uma faca para esculpir a sua arte única: esculturas na ponta do lápis.


Ghetti cria pequenas e detalhadas obras de arte ao lapidar o corpo de madeira e o grafite dos lápis, que são a matéria-prima de sua inventividade. Para isso, o artsita usa lâminas, agulhas, lixas e instrumentos do tipo, moldando o inusitado material até formar parafusos, martelos, botas, letras e até mesmo um busto de Elvis.


O trabalho com as 26 letras do alfabeto levou dois anos e meio para ser concluído. Ou seja, é um trabalho delicado que exige muita, muita paciência.


Como todo artista, Dalton Ghetti também tem suas excentricidades. Recusa-se a usar uma lupa para trabalhar o grafite e nunca vendeu nenhuma de suas obras, apenas presenteia os amigos.


Quando a ponta do lápis se quebrava, o artista se desesperava, mas com o passar do tempo decidiu mudar sua maneira de pensar e, hoje, tem até uma “coleção cemitério” de peças quebradas. Colou-as em alfinetes e os espetou em um isopor, montando uma vitrine das esculturas que não deram certo. 


O carpinteiro-artista – ou seria o artista-carpinteiro? –, já fez cerca de 100 esculturas. Atualmente está trabalhando naquela que, provavelmente, será sua maior obra, 3 mil lágrimas, representando as pessoas que morreram no ataque ao World Trade Center. A previsão para a construção da obra de arte é de 10 anos.